Teologia Sistemática

Teologia Sistemática

Prefácio

“Os pintores se disputam a posição; quanto aos filósofos, disputam a existência”

Paul Valéry

“Quanto aos cristãos, resta a bem aventurança de viver empiricamente

As beatitudes da Graça Maravilhosa”

Wagner Toledo 

 

O desejo latente que me impulsiona a empreender essa viagem insólita pelos campos da teologia, nasce da minha profunda inquietação com o tipo de ensinamento teológico reinante em nossos dias. Fica a impressão de que o entendimento milenar e sagrado das Escrituras, está sofrendo de esclerose múltipla. A própria filosofia já rastejou sob a treva cultural do século XVII. Soergueu, mas está sempre a cambalear devido a inércia de verdadeiros pensadores que veem no mundo globalizado sua derrocada iminente. A teologia escapou ao crivo escolástico, de cunho tomista-aristotélico, mas não está encontrando meios de se opor a estes tempos de evangelho barganhado, mistificado e maltrapilho. Fica-nos a sensação de que perscrutar sobre a verdade por um prisma diferente, é herético e contraditório as interpretações tidas como “verdades eternas”. Creio que resgatar os primórdios da teologia e expô-la com lucidez e raciocínio lógico implica um pensamento autônomo, livre de quaisquer amarras, e acima de tudo, salvo de toda espécie de preconceito.

O senso comum é impeditivo limitando o direito de pensar de forma diferente.

O senso comum de qualquer modo não pode estar ligado intrinsicamente ao critério da verdade. Como que banido da sociedade, recolhido num constante ato meditativo, me coloco à margem da sociedade. Recluso, ouço com reverenciada atenção o silêncio das palavras mentais. Expando os escaninhos da mente e faço do mundo meu livro criptografado. Muitos poderão considerar meus escritos hiperbolizados, mas nas Escrituras Sagradas subjaz o código que decifra os enigmas do Verbo Eterno, da palavra feita carne, o filho unigênito de Deus Pai e o Espirito Santo, Jesus Cristo.

Proponho uma reflexão radical. Presumida num intelecto superior (revelação divina), e desassociada de quaisquer pré-conceitos já largamente difundidos pelos chamados “grandes pensadores” cujo epíteto ficou registrado na história secular.

Convido ao caro leitor a que faça o mesmo. Arroje-se! Pense biblicamente! Quebre os paradigmas da certeza, pois esta é falha, provém do homem, e aprofunde suas raízes do saber no fértil solo da fé, pois, claramente, dareis maiores frutos para honra e glória de nosso Senhor.

Aqueles que se achegarem, uma boa leitura!

Wagner Toledo   

 

INTRODUÇÃO AO MÉTODO TEOLÓGICO

 

A Teologia e a Filosofia podem se dizer que compõem as chamadas “Ciências Sagradas”. Divergindo das outras ciências que basicamente estudam um recorte do ser humano, ambas procuram contemplar “o todo”. A Filosofia procura pelo todo partindo da razão humana; a teologia da revelação divina. Os antigos filósofos concordavam entre si de que se tratava da mesma ciência, contudo, trazendo uma abordagem diferenciada da realidade, ou seja, suas análises partiam de perspectivas diferentes.

Até o período escolástico, na Idade Média, o que se ensinava era que o homem tinha que ser completo, ou seja, possuir o conhecimento acadêmico, mas também e, essencialmente, conhecer e viver empiricamente essas virtudes. Com o surgimento das universidades, a sintonia entre a vida e o pensamento filosófico ou teológico começou a se desassociar.

O que se vê, atualmente, é a completa ruptura entre a vida cotidiana do pensador e seu pensamento. O fato é que não se pode fazer filosofia ou teologia sem viver, de fato, aquilo que se pensa.

É imprescindível que haja uma relação íntima entre a vida moral do filósofo/teólogo e o seu pensamento. Antigos pensadores como Platão, Sócrates, Aristóteles entre outros, afirmavam a necessidade de uma periagogé, aquilo que se assemelha aos que os gregos definiam como “sofrer a torção” a que o apóstolo São Paulo se referiu em sua carta aos Romanos: “Rogo-vos pois, irmão, pela compaixão de Deus, que apresenteis vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:1,2).

Sem o exercício da periagogé resta apenas o vácuo existencial, um idealismo sepulcral onde o indivíduo se vê seduzido, engodado conforme o alvitre do dominador. Neste caso a arena campal é o solo da mente.

Outra abordagem igualmente inequívoca se faz necessário, e é em seu cerne a coluna vertical do corpo divinamente espiritualizado. Conheçamos a “METANOIA[0]”.

Metanoia pode se conceituar do seguinte modo. Conversão radical de vida.  A morte do indivíduo, a negação de si mesmo para adentrar no eu de Cristo através da igreja, a qual foi outorgado o poder de ensinar e transformar o sujeito. No caso da metanoia o termo se estreita além do já citado periagogé. Neste último é crucial haver uma profunda transformação no modo de pensar e agir de cada indivíduo. Tendo como perspectiva a eternidade, a morte e a finitude da vida, desprezar a Metanoia é apenas viver uma rotina de leis e preceitos semelhante a antiga dispensação da lei de Moisés.  Entregar-se aos preceitos da metanoia é de certo uma decisão assaz difícil, pois verdadeiramente liberta, mas nem sempre é agradável. É em verdade, até incômodo e exige um ato sacrificial.


 

[0] Do grego antigo (μετανοεῖν) metanoein: μετά, metá, 'além', 'depois'; νοῦς, nous, 'pensamento', 'intelecto'), no seu sentido original, significa mudar o próprio pensamento.

         

ADENDO

 

“Negar o estudo da teologia hoje,

é o mesmo que um leigo acompanhar a uma cirurgia cardíaca

 e indagar ao cirurgião se ele é formado em medicina”.

Pergunto-vos: Os apóstolos eram Teólogos” 

 

Outro apóstolo que nos deixa seu legado é São Pedro que em sua primeira carta aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galacia, Capadócia, Ásia e Bitínia, vê-se a ideia implícita: “Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a “razão” da esperança que há em vós; tendo uma boa consciência para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo”.

Tanto o apóstolo S. Paulo, quanto a S. Pedro, estava familiarizado com a língua grega. Paulo, o “apóstolo dos apóstolos” leva grande vantagem sobre seu companheiro. Homem singular como já o sabemos, foi criado aos pés de Gamaliel [1]

Fato é que há grandes nomes alcunhados na glória do tempo, mas é de Paulo que brota minha sincera admiração. (Atos 22:3). Nascido em Tarso da Cilicia, judeu, fariseu, benjamita e com cidadania romana. Paulo pensava como grego. Falava como judeu, viva como verdadeiro israelita, sem dolo. Por último, agia como Cristão.

Quando de regresso a cidade de Éfeso, Deus o inspira a escrever a “2ª Suma Teológica” (visto que o livro aos romanos é a 1ª e mais completa) que é a carta I Aos Corintos. Mais precisamente no capítulo nove, versículo dezenove em diante, ele expõe a multiplicidade dos carismas de Cristo em sua vida em particula[2].

  “Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu, para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivera debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.

Para os que estão sem lei, como se estivera sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele”.

                                                                                                            (I Aos Corintos 9:27)

O problema crônico que adoece e contagia as gerações cristãs é a obediência cega a relatos espúrios sobre a vida, o cotidiano e o intelecto dos baluartes do evangelho eterno. A S. Pedro restou a antonomásia[3] de inculto, erro grotesco, afinal, todos os judeus eram instruídos na lei e a praticavam com assiduidade. O que alimenta essa distorção pode ser encontrado em II Pedro 3:16.

Vejamos: Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição. Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza”.

A advertência de S. Pedro se aplica aos indoutos e inconstantes, coisa que ele não era. 

Dito isto, quero deixar claro que os doze apóstolos eram teólogos cuja cátedra foi ministrada pelo próprio Senhor Jesus Cristo.


[1]Palavra hebraica que quer dizer "recompensa de Deus". O sinédrio era uma assembleia de juízes judeus que constituía a corte e legislativo supremos da nação de Israel dos tempos de Cristo. O Grande Sinédrio incluía um chefe ou príncipe (Nasi), um sumo-sacerdote (Cohen Gadol), um Av Beit Din (o segundo membro em importância) e outros 69 integrantes que se sentavam em semicírculo. O presidente do sinédrio era chamado de Rabban. No livro sagrado dos judeus, conhecido como Talmud, Gamaliel é chamado de Rabban Gamaliel, o que indica que ele foi presidente do sinédrio durante um período.

[2] Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais. E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; como se estivera debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.

[3] Vulgo, epíteto

 

1 – PORQUE DEVEMOS ESTUDAR TEOLOGIA?

 

As reflexões apresentadas a seguir pretendem indicar uma saída para o atual labirinto no qual a humanidade se encontra ao tratar do tema da formação do universo. O procedimento adotado aqui é o aporético[1]. Pretende-se mostrar que os meios adotados até agora para compreender a formação geral não permitem vislumbrar nem resolver os seus problemas. Somente a consciência desse beco sem saída na qual se encontra a criação hoje pode mostrar a saída.

Não trata-se de uma reinterpretação consequente de uma alegoria infundada. O que proponho é lançar nova luz sobre um tema clássico que é a criação.

Quando, por exemplo, duas pessoas conversam entre si e um faz uma citação de Augusto Cury e o outro retruca se Cury não seria, por acaso, uma marca de óleo de oliva, ou um condimento, então o que cita Cury possui uma formação literária, enquanto o outro conhece ‘Cury’ somente como a marca de um produto à venda no mercado. O condimento de cozinha “Cury” não faz parte do círculo dos literatos ou simplesmente não tem nada a ver com eles.

Formação como privilégio é o conhecimento superficial sobre a cultura, documentado de modo pontual, com o qual que se delimita um espaço contra uma falta de formação cultural. Formação como privilégio é formação como propriedade, do mesmo modo que se tem à disposição um poder de crédito garantido numa conta bancária da cultura.

Costuma-se afirmar que a formação como privilégio é algo retrógado, pois ainda não haveria indivíduos suficientemente bem formados. Mas esse é o bordão que reverbera desde os antigos tempos. É presumível, que em todas as épocas, houvesse quem quisesse se candidatar no círculo da formação (como conhecimento) e negar as massas as competências para também fazer parte desse grupo seleto. Abbé Ferdinand Galiani[2], autor apreciado por Nietsche, Montesquieu e Rousseau escreve o seguinte:

A formação pública promove a democracia. A formação privada conduz diretamente ao nepotismo”.

O mestre da comunicação, oriundo do autor das palavras, nosso Senhor Jesus Cristo deixou seu legado no evangelho de S. João 8 versículos 32:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”   

 

 

 

 

2 – PRINCÍPIO DA ALEATORIEDADE

 

 

O que é a aleatoriedade? Existem eventos ou processos aleatórios na Natureza? Faz sentido buscar leis da aleatoriedade? É possível simulá-la?

Estamos diante de questões difíceis, algumas remontando aos primórdios da investigação filosófica. Atualmente elas se encontram entroncadas entre a filosofia, física, e a matemática.

Uma boa medida das dificuldades envolvidas é o relativamente lento e complicado desenvolvimento da teoria da Probabilidade, desde seus primeiros passos, cujo marco é a correspondência entre Pascal e Fermat em 1654, versando sobre jogos de azar, até a atual axiomatização proposta por Kolmogorov em 1933. Há de fato, sugestões, baseadas em certos experimentos psicológicos, de que temos dificuldades de ordem cognitiva para lidar com a “aleatoriedade”. Já em 1909 o matemático francês E. Boreal afirma que o ser humano é incapaz de simular aleatoriedade.

Um exemplo bastante conhecido, mostra o quanto a intuição não é confiado nessa área, é o chamado Paradoxo da Aleatoriedade. Trata-se do seguinte experimento. Uma moeda (honesta), é lançada perfeitamente simétrica, digamos 23 vezes. Considere os seguintes resultados (identificando o código 0 para “cara” e 1 para “coroa”:

 

1)     00000000000000000000000

2)     01101010000010011110011

3)     11010110011100001011001

 

A qualquer pessoa que fosse apresentada esses resultados, diria que o primeiro é suspeito, enquanto os outros dois “parecem” aleatórios. Porquê? Note que a clássica teoria da probabilidade não ajuda aqui, pois todos os resultados [na verdade todos os 223 resultados possíveis) são equiprováveis tendo probabilidade idêntica e igual a -223 de ocorrer.

Outros podem achar o segundo exemplo suspeito, devido ao “padrão” repetitivo e altamente regular que ele apresenta. Por outro lado, o segundo resultado, embora pareça regular, consiste nos 23 primeiros dígitos da expansão binária do número √2-1, o que, por qualquer critério razoável, está longe de ser aleatório.

Quais seriam as características da aleatoriedade? Uma proposta é associa-la a noção de impredizibilidade. Esta proposta baseia-se na experiência que se tem a respeito dos jogos de azar, cara e coroa, por exemplo. Aqui é preciso distinguir a irrealidade “local”, refletida na impredizibilidade de cada jogada individual, da regularidade “global” observada.  

Por outro lado, o lançamento real de uma moeda é um processo puramente mecânico, portanto, sujeito às Leis de Newton. Nesse sentido, dada as condições iniciais, o movimento está totalmente determinado. A impredizibilidade, nesse caso pode estar ligado a sensibilidade do sistema às condições iniciais, fenômeno conhecido como “caos determinístico”

O que descreveria então a aleatoriedade intrínseca? Da noção intuitiva (e negativa) de “irregularidade” ou “ausência de padrões”, surge a proposta de que a aleatoriedade seria a ausência de lei. Mas o que é uma “Lei”? A fim de evitar discussões complexas sobre este conceito, restringimos novamente aos resultados de lançamentos sucessivos de uma moeda. Aqui, por lei entende-se uma “Lei de Formação” que gera a sequência binária dos resultados das jogadas. Neste contexto, seria até razoável formalizar a ideia de lei através do conceito de algoritmo. Esta seria a porta de entrada de noções oriundas da Lógica Matemática na discussão sobre aleatoriedade.

Seria o caso de convidar a esse questionamento, o matemático alemão David Hilbert[3], Gödel, Church, Kleene, Post, Markov e Turing entre outros.

Contudo, note-se bem, que para se chegar a conceitos definidos é necessário recorrer a outros tipos de ciência, bem como as físicas, aplicadas, formais, matemática e filosofia.

A teologia é a única que se explica por si só. Basta este conceito para se chegar a verdade tão combatida, tão refutada desde o arcabouço da humanidade. A bíblia explica a Bíblia. Ela quer ser questionada... Ela tem as respostas!

A que verdade estamos a nos referir?

A verdade que sedimenta nosso caminho até os umbrais da santíssima fé. É ela que nos orienta, nos dá sentido à vida e que nos permite ser participante e coerdeiros na glória do Pai, a causa de todas as causas. O alfa e o Ômega. O princípio e o fim.

Respeitante as diferenças de credo, faça-se saber que o que se professa cristão o deve ser na íntegra, ou seja, assim como na filosofia, a ação do cristão deve corresponder com seu modo de pensar. Fora isso, o que se tem é a mais cruenta das ervas daninhas, o farisaísmo letal.

Cristo não veio sofrer morte vicária, afim de promover um conjunto de regras e práticas. Veio para nos libertar das prisões intelectuais. Veio promover sanidade, liberdade, integridade e renovação da mente.

“Somos o que cremos. Pois o que cremos, definirá o que seremos”.

É assustador, por não dizer vergonhoso, que o cristão do presente século traga consigo questionamentos inverossimilhantes com a doutrina apostólica. É crescente as indagações sobre as origens do universo, do homem e da natureza.

Perguntas tais como:

O universo é perfeito? Não é fixo e infinito?

O caos domina?

O acaso existe? 

A vida pode surgir da não-vida? 

Não cabe ao homem cujo coração e mente foram transformados com a glória do unigênito, ficar as voltas, dando respostas escapistas. Não podemos fazer uso de questionamentos válidos dando explicações desconexas do crivo da lógica e da razão.

A estas indagações surgem certas reflexões.

1)     Para se afirmar que o universo não é perfeito, nem fixo e infinito, primeiro é preciso conhece-lo. Se o cremos, o cremos pela fé que é o firme alicerce da nossa crença. Os que se professam contra esse princípio não tem meios, nem fins de comprovar aquilo que sustentam, a não ser por meio de conceitos infundados e desassociados das Escrituras Sagradas.

2)   Quanto ao caos, se assim fosse nada mais existiria, em verdade, nem teria existido, a começar pela famosa “Teoria do Caos” do matemático Eduard Lorenz, de 1963.

3)     É fato, não existe efeito sem causa. O universo é o efeito de uma causa. Ouve uma ação, para então surtir a reação.  

4)     “A vida pode surgir da não-vida”. A teoria de Abiogênese, teria sido bem interpretada? Ora a própria Escritura Sagrada diz: “Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem” (Rm 4:17). Deus é a explicação para a não-explicação. Embora paradoxal, o crente regenerado entende que Deus é a inteligência Suprema e causa primária de todas as coisas. Em última análise, se todo efeito tem uma causa, de uma causa inteligente surge um efeito inteligente. Logo, sendo o homem um ser inteligente, só pode ter originado de uma causa inteligente.

 

Podemos concluir que a Lei da Aleatoriedade simplesmente não existe. Não cabe ao cristão se perder nestes entremeios. O que fundamenta o nosso credo é o “Logos”[4].

A partir do Logos é possível erigir o edifício conceitual da Teologia. Neste edifício se abriga os formandos que se dedicam com o espírito e a mente, debruçando-se por horas, dias e anos sobre o parapeito da fé. Axiomas falham, paradigmas são quebrados, conceitos são questionados, mas a fé como diz o livro Aos Hebreus 11 é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem.

 

 

 

 

3 – THEO LOGOS

 

 

 

Deriva-se de duas palavras gregas – Theos (Λόγος), Deus, e logos (λογος), discurso ou tratado. Em sua origem fazia referência unicamente acerca de um discurso de Deus. Na Grécia antiga o sentido foi aplicado de forma literal relacionando o termo com as histórias de seus deuses e de suas proezas. Acredita-se que Ferécides foi o primeiro homem conhecido pela denominação de teólogo, tendo sua obra intitulada “Theologia”. Aristóteles fez uso do termo teologia à sua filosofia primária. Poetas como Homero, Hesíodo e Orfeu, cantaram a respeito dos deuses e das coisas divinas.

Deste modo, o sentido da palavra é amplo, pois, desde que o assunto em questão trata-se de coisas sagradas, ou consideradas como tal, o uso da palavra teologia é aceitável. Contudo, não nos deixemos escarnecer. Se fizermos uma análise do contexto onde o termo é empregado, podemos descobrir não passar de uma colocação vaga, inadequada e que desqualifica a teologia como tal.

A sinonímia deve ser verossimilhante. Teologia Cristã ou Teologia Étnica (não-cristã). O que passar disso alimenta apenas a concepção de uma ciência vazia.

 Certo é, que a teologia exige um grau mais elevado de experiência.

Concebida a noção de que Cristo é o Verbo feito carne, o homem está sujeito a Revelação Cristã, que não é em seu cerne, algo particular ou autogerado. Sua fonte está na iluminação escrita e nada subjetiva, a Palavra de Deus.

A mãe de todas as ciências traz em seu escopo fontes subsidiárias e primárias que permitem ao estudioso compreender (com acentuado vislumbramento, diga-se de passagem), o plano universal e sagrado do criador da existência.

 

A – Fonte Primária

Como fonte primária temos a Bíblia. Esta baseia-se nos registros documentais da revelação de Deus na pessoa de Jesus Cristo. Deste modo a Bíblia constitui-se o preceito divino de fé e prática. É de suma importância ressaltar que Jesus Cristo é a verbalização do pensamento do Pai. Embora a “letra mata e o Espírito vivifica”, Cristo, o Verbo vivo, deve ser visto sempre em adequada relação com a “Letra”, isto é, a Bíblia Sagrada. Este feito é de vital importância pois na letra encontramos palavras excelsas, obras singulares cujo ápice é a morte vicária do cordeiro de Deus. Temos aí, o livro dos livros.

 

B – ORIGEM

 

Cânon, ou cânone é um termo que deriva da palavra grega Kanon, que designa uma “vara” utilizada como instrumento de medida, e que usualmente se caracteriza como um conjunto de regras (ou modelos) sobre determinado assunto.

O primeiro livro da bíblia, Gênesis, foi escrito por volta de 1445 a.C. e o último, o apocalipse, por volta de 90 a 96 d.C.

Escrita por aproximadamente 40 homens distintos uns dos outros, sendo uns mestres e outros camponeses, em um período que totalizou 1600 anos.

 

Toda a escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça

(II Timóteo 3:16)

Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo

(II Pedro 1, 21:22)

 

Os erros contidos na Bíblia são oriundos das traduções e de modo algum interferem na Sã Doutrina.

O nome Bíblia propriamente dito, foi usado a primeira vez por João Crisóstomo[i], patriarca e grande reformador de Constantinopla. 

Nas Escrituras Sagradas não encontramos referência ao nome Bíblia, contudo seria o mesmo que pergaminhos, livros, rolos, tábua, Palavra de Deus.

Ao decorrer dos anos estas obras, foram sendo encontradas e anexadas, passando por um rigoroso teste de autenticidade, por sacerdotes, escribas, judeus, historiadores e doutores da Lei. Comprovada sua canonicidade, foi composta a Bíblia, palavra esta derivada do nome grego “Biblos” Livros.

 

A Bíblia protestante compõe-se de:

 

1)     66 livros

2)     39 pertencem ao Antigo testamento

3)     27 ao Novo Testamento

4)     1.198 capítulos

5)     Sendo 929 capítulos no Antigo Testamento

6)     260 capítulos no Novo Testamento

 

Foi subdividida em versículos duas (02) partes, dos quais:

1)     23.214 no A.T

2)     7.959 no N.T

3)     TOTAL = 31.173 Versículos

Esta subdivisão foi feita pelo Cardeal Hugo de Saint Cher em 1.250 A.D então abade dominicano e estudioso das Escrituras, com o intuito de melhorar sua localização.

Nos tempos antigos, o acesso ou contato com as Escrituras Sagradas, era algo muito difícil. Após a invenção da imprensa por Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg[ii] por volta do ano 1439, a Bíblia passou a ser amplamente divulgada, porém, devido ao seu processo artesanal, passou a ser privilégio de poucos. Seu processo era lento e oneroso.

O povo de língua Luso-brasileira, passaram a ter acesso à Bíblia de maneira mais econômica a partir do ano de 1748 A.D, quando foi impressa a primeira edição traduzida da “Vulgata Latina”.

 

 

3 –A BÍBLIA E SUAS SUBDIVISÕES

ANTIGO TESTAMENTO

 

a)     Livros da lei. Composta de 5 Livros ((TORAH) ou Pentateuco

 

1)     Gênesis

2)     Êxodo

3)     Levítico

4)     Números

5)     Deuteronômio

Livros Históricos

Composto de 15 livros

 

1)     Josué

2)     Juízes

3)     Rute

4)     Números

5)     I Samuel

6)     II Samuel

7)     1 Reis

8)     II Reis

9)     I Crônicas

10) II Crônicas

11) I Reis

12) II Reis

13) Esdras

14) Neemias

15) Ester

Livros Poéticos

Composto de 5 Livros

 

1)     Jó

2)     Salmos

3)     Provérbios

4)     Eclesiastes

5)     Cantares de Salomão

 

Livros proféticos

(NEVIÍM)

             Composto por 17 Livros

  • Estão catalogados em Profetas Maiores e Profetas Menores
  • É importante salientar que a importância de ambos e de igual valor, o que difere uns dos outros é a extensão, o tamanho do Livro.

 

Profetas Maiores

 

1)     Isaías

2)     Jeremias

3)     Lamentação de Jeremias

4)     Ezequiel

5)     Daniel

 

Profetas Menores

 

1)     Amós Oséias 2) Joel 3) Amós

4)    Obadias 5) Jonas 6) Miquéias

 

7)   Naum 8) Habacuque 9) Sofonias

10) Ageu 11) Zacarias 12) Malaquias

 

O NOVO TESTAMENTO

 

  • São as palavras ditas por Nosso Deus e Pai, Senhor Jesus Cristo, nos ensinando a respeito de sua vida, história e ensinamentos.
  • Composto por 27 livros escritos originalmente no grego Koiné (linguagem do povo comum que difere do grego clássico falado pelos eruditos), divididos em 04 partes:

 

1)     Mateus

2)     Marcos

3)     Lucas

4)     João

 

Nos quatro Evangelhos, podemos distinguir a vida, ministério e a Revelação da morte e ressureição de Jesus Cristo, que nos propiciou a Regeneração, Reconciliação, Adoção, Justificação e Santificação para com Deus o Pai.

 

HISTÓRICO

5)     Livro dos Atos dos Apóstolos:

O qual também poderia ser nominadoAtos do Espírito Santo. Este livro peculiar narra o crescimento da Igreja Primitiva e culmina com a prisão de S. Paulo, Apóstolo.

 

EPÍSTOLAS

(21 Cartas)

v 9 adereçada às igrejas de Romanos a II Tessalonicenses

v 4 adereçada a indivíduos (de I Timóteo à Filemon)

v 1 dirigida aos Hebreus Cristãos;

v 7 adereçada a todos os Cristãos, indistintamente (de Tiago a Judas)

 

PROFÉTICO

Livro de Apocalipse ou (Revelação)

 

v Narra a consumação da vitória do Bem contra o Mal

 

Porque os judeus recusam o Novo Testamento?

Fato é, que os judeus não aceitam a morte e ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, nem o reconhecem como o filho unigênito de Deus Pai. Muitos judeus creem em Jesus como um profeta, mas jamais como o Rei que haveria de vir, a promessa feita por Deus que se consuma na chegada do messias (o ungido). Tal discrepância se dá devido a mentira dos falsos mestres, doutores da Lei e profetas que não se furtaram ao hipocorístico[5] de mercenários, fraudulentos, abomináveis doutores da mentira e do engano. Mentiras estas que ficaram registradas nas Escrituras Sagradas, vejamos:

S. Mateus 28:11-15

11 E, quando iam, eis que alguns da guarda, chegando à cidade, anunciaram aos príncipes dos sacerdotes todas as coisas que haviam acontecido.

12 E, congregados eles com os anciãos e tomando conselho entre si, deram muito dinheiro aos soldados dizendo:

13 Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram.

14 E, se isto chegar a ser ouvido pelo presidente, nós o persuadiremos, e vos poremos em segurança.

15 E eles, recebendo o dinheiro, fizeram como estavam instruídos. E foi divulgado este dito entre os judeus, até ao dia de hoje. 

Na Bíblia hebraica não existe o Novo Testamento, sendo conhecido apenas pelo nome de Veterotestamentários. Ou “TANAK”, sigla que advém das iniciais da divisão:

v Torah

v Neviím

v Ketuvím

 

Segue uma missiva sobre os Códex

 

PRINCIPAIS TRADUÇÕES

Septuaginta

Septuaginta é o nome da versão da Bíblia hebraica para o grego Koiné, traduzida em etapas entre o terceiro e primeiro século a.C. em Alexandria. Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da Bíblia hebraica para o grego, língua franca do mediterrâneo oriental pelo tempo de Alexandre, “O Grande”[iii].

A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (septuaginta ou LXX), pois setenta e dois rabinos, (seis de cada uma das doze tribos) trabalharam e em setenta e dois dias deram por concluída a tradução.

A septuaginta, desde o século I, é a versão clássica da Bíblia hebraica para os cristãos de língua grega e foi usada como base para diversas traduções da Bíblia. A septuaginta inclui alguns livros não encontrados na versão hebraica. Outras Bíblias transcritas na Reforma seguem o cânone judaico e incluem alguns livros adicionais. No entanto, católicos romanos abarcam alguns destes livros em seu cânon e as igrejas ortodoxas usam estes livros segundo a Septuaginta.

Anglicanos, assim como a igreja oriental, usam todos os livros com exceção dos salmos 151.

 

Livros apócrifos da Septuaginta

1)     III Esdras

2)     IV Esdras

3)     Oração de Azarias

4)     Tobias

5)     Adição de Ester

6)     A sabedoria de Salomão

7)     Eclesiástico (também conhecido como a Sabedoria de Jesus, filho de Siraque)

8)     Baruque

9)     A carta a Jeremias

10) Os acréscimos de Daniel

11) A oração de Manassés

12) I Macabeus

13) II Macabeus

14) Judite

 

 

 

VULGATA

 

  É a tradução da Bíblia para o latim, escrita entre fins do século IV e início do século V, por Jerônimo, por requerimento do bispo Dâmaso I, a qual foi bem aceita pela igreja Cristã, e ainda o é nos dias atuais.

A Bíblia não existiu sempre como existe hoje, para que tenham todos uma ideia, o manuscrito original mais antigo retrocede a data de 850 D.C., então o que temos hoje são cópias de cópias que foram sendo reproduzidas uma a uma ao longo das eras. E como o tempo de vida útil dos pergaminhos era muito pequeno a forma de não perder o que estava escrito era reescrever várias e várias vezes.

Como existiam várias traduções e textos espalhados por muitos lugares, era difícil saber qual era fidedigno ao original, ou mesmo qual pergaminho era sagrado. Com isto no ano de 382 D.C. o Bispo de Roma 'Dâmasio I', como referido acima elegeu Jeronimo de Strídon para fazer uma tradução o mais fiel possível dos manuscritos que existia. Sua missão consistia em criar uma versão única dos textos sagrados e usá-la então como referência. Uma Bíblia usada para ser a padrão.

Jeronimo estudou hebraico e dedicou 20 anos da sua vida para a tradução dos textos sagrados da língua original para o latim, examinando cuidadosamente todos os manuscritos que conseguiu localizar juntamente com os mais conceituados rabinos judeus. O trabalho de Jeronimo não foi imediatamente aceito, mas se tornou o texto oficial do cristianismo no ocidente e até hoje aceita como referência.

O nome “Vulgata” se dá pela expressão: “versio vulgata”, ou seja, "versão dos vulgares," o mesmo que dizer: “escrito na língua de pessoas comuns” (vulgus). Já que era parte do propósito de Jeronimo não somente reunir os textos bíblicos, mas também criar uma versão que pudesse ser mais facilmente compreendida pela maioria da população. Portanto foi escrita em um latim cotidiano, já que os textos existentes antes dela não eram tão claros e de fácil compreensão. O objetivo foi alcançado e a Bíblia Vulgata alcançou das regiões do Mediterrâneo, impetrando até o Norte da Europa. Esta consagrou-se a partir do Concílio de Trento em 1546.

Após o Concílio Vaticano II, por determinação do então Papa Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Tal revisão, terminada no ano de 1975, e promulgada pelo Papa João Paulo II, em 25 de Abril de 1979[iv]. Desde então ficou estabelecida como a “Nova Vulgata” Bíblia oficial da Igreja Católica.

Nos seus primórdios (primeiros séculos), a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que escreveu-se o “Novo Testamento”, anuindo inclusive a Carta aos Romanos, e muitos outros escritos dos séculos subsequentes.

Este fato se deu, porém, com algumas ressalvas, o que seria natural vindo dos pontífices. Além disso, o reputado Sacrossanto, considerou que nenhum pequeno utilitário poderia advir para a Igreja de Deus, sejam eles de todas as edições latino, então em circulação, seria dado como autêntico, sem ser levados ao conhecimento e ordenação do que declara a antiga vulgata, que, por tantos séculos de uso ao longo na própria Igreja é, em palestras públicas, disputas, sermões e exposições, realizadas como autêntico, e que ninguém se atreveria ou presumir a rejeitá-la sob qualquer pretexto que seja.

Além disso, a fim de conter os espíritos petulantes, Ele decreta, para que ninguém, confiando em sua própria habilidade, em matéria de fé e costumes relativos à edificação da doutrina cristã, que é a Sagrada Escritura, o fizesse por seus próprios sentidos, presumindo que, ao contrário do que o senso que a nossa Santa Mãe a Igreja, modo como a esta se referia, tem mantido e se sustenta, a quem compete julgar do verdadeiro sentido e interpretação das Sagradas Escrituras, ou mesmo contra o consentimento unânime dos Padres, ninguém deveria se atrever a interpretar as Sagradas Escrituras, mesmo que tais interpretações nunca fossem a qualquer momento publicadas. Os que assim o fizessem seriam tidos por “Transgressores por seus Ordinários”, e das sanções estabelecido por lei.

O mesmo se dava as impressoras, como é justo, para não impor sua própria vontade, que ora sem restrições, ou seja, pensando que é legal, perpetrassem tudo o que quisessem, sem a licença dos superiores eclesiásticos, a Sagrada Escritura, e as notas e comentários sobre eles, sem distinção, muitas vezes silenciosa, de pessoas com indiferença, e que é mais grave, sem que o autor se identificasse. Ficou ordenado, que, doravante, a Sagrada Escritura, e, especialmente, para a referida edição da Vulgata, ou similares, que não é lícito fazer uma impressão ou qualquer carta dos assuntos sagrados sem o nome do autor, nem vendê-las no futuro, ou mesmo para mantê-los, a menos que tenham sido examinados e aprovados pelo Ordinário, pela primeira vez, sob pena de excomunhão e do Conselho da última parte do dinheiro no cânone de Latrão ter sido servido. 

E se eles eram regulares, ao exame da prova de qualquer texto deste tipo, deviam ser obrigados a obter uma licença também de seus superiores, que examinassem os livros, de acordo com a forma de seus próprios estatutos. Quanto àqueles que prestam, ou circulam, a não ser que fossem analisados primeiramente, e aprovado, estariam sujeitos às mesmas penalidades como impressoras. E os que eles têm em sua posse não deviam lê-los, a menos que estes descobrissem a idoneidade de seus autores.  Sem confrontar com os originais e ser atestadas como verdadeiras, era vital repudiar.

Depois destes ditos, tentou-se reprimir com temeridade, o que levou a todos os tipos de palavras profanas e sentenças da Sagrada Escritura sendo transformados e torcidos os seus ensinos, a saber, para as coisas de baixo calão, fábulas, a lisonjas, superstições, encantamentos ímpios e diabólicos, feitiçarias, sujeitando a muitos as penas impostas pela dogmática do Sínodo.

 

Códex Antigo

Os códices, (ou códex, do Latim, significa “Livro”, “Bloco de Madeira”) eram os manuscritos gravados em madeira, em geral do período da era antiga tardia até a idade média. O códice representa o avanço do rolo de pergaminho, que gradativamente substituiu este último como suporte da escrita. O códice por sua vez foi substituído pelo livro impresso.

Códex Sinaitius

O Códex Sinaiticus, conhecido também pelo nome de Manuscrito “Aleph” (primeiro algarismo do alfabeto hebraico), é considerado um dos mais significativos manuscritos gregos já descobertos, pois, além do fato de ser um dos mais antigos já descobertos (século IV), é o único códex que contém o Novo Testamento integral. Atualmente encontra-se no museu britânico (Additional 43725). Juntamente com o Códex Vaticanus, constitui-se um dos mais importantes manuscritos gregos para o Criticismo Textual, além do texto da Septuaginta. É escrito por quatro colunas por página, 48 linhas por página. As letras não contêm acentos nem respirações. Contém as Seções Amonianas, e os cânones Eusebianos.

Codex Sinaiticus é mais uma dessas versões, no entanto, trata-se da Bíblia mais antiga do mundo. Um manuscrito da Bíblia cristã, escrito na metade do século IV. O período pôde ser avaliado através de uma ciência da arqueologia da caligrafia chamada Análise Paleográfica. Apenas um outro manuscrito sagrado data do mesmo período, o Codex Vaticanus, guardado na biblioteca do Vaticano em Roma.

"Este manuscrito de 1,6 mil anos é uma janela para se entender o desenvolvimento do início do Cristianismo, e se trata de uma evidência em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração a geração", disse Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais da Biblioteca Britânica, em Londres.

Segundo o especialista, a versão original do Codex Sinaiticus continha cerca de 1.460 páginas - cada uma medindo 40 cm por 35 cm.

Por 1,5 mil anos, o manuscrito ficou preservado em um mosteiro na Península do Sinai, no Egito. Em 1844, ele foi encontrado e dividido entre Egito, Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.

Acredita-se que o documento resistiu ao tempo porque o ar do deserto é ideal para a conservação do pergaminho, e porque o mosteiro permaneceu intocado por todos esses anos.

Códex Alexandrino

O Códex Alexandrinus, também conhecido como Manuscrito ‘A’, pertence a primeira metade do Século V. Esse Códex contém a Septuaginta e a grande parte do Novo Testamento. Juntamente com o Códex Sinaiticos e o Códex Vaticanus, este é um dos mais completos manuscritos gregos antigos da Bíblia Sagrada. Esse Códex recebe o nome de Alexandria, pois acredita-se que foi nesta cidade que o referido foi escrito.

Este códice é constituído de 773 folhas de pergaminho medindo 12,6 por 10,4 polegadas. Praticamente toda a OT (630 folhas) e NT (143) são preservados no códice. Normalmente, os cadernos são feitos oito folhas. O texto é escrito em duas colunas por página com 46-52 linhas cada e 20-25 letras por linha. As letras são escritas em um roteiro uncial planície com as linhas iniciais de livros em tinta vermelha. Letras nas extremidades das linhas são muitas vezes menor e estava lotada.

Seções começam com letras maiores definidas para a margem. Um parágrafo pode realmente começar dentro de uma linha, mas têm a primeira letra da próxima linha empurrados para a margem em um tamanho maior. As palavras são escritas em contínuo scriptio e há pontos de alta e média para pontuação. Alguns dos livros do NT tem uma tabela de capítulos. Títulos não aparecer até o final de um livro em um colophon ou painel de arremate.

Embora Códice Alexandrino é em grande parte uma testemunha de Alexandrino, que pertence à família bizantina (mais antigo exemplo) no texto dos Evangelhos.

 

Códex Vaticano

O Códex vaticanus, também conhecido como Manuscrito ‘B’, ou 03 (Gregory Aland)[v] pertence ao século IV. Foi considerado por Westcott e Hort como o melhor manuscrito grego do novo testamento. É um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, sendo inclusive ligeiramente mais antigo que o Códex Sinaiticus. Ele é um dos manuscritos ‘unciais’, isto é, escritos em letras gregas maiúsculas.

Códex Leningrado

O Códex de Leningrado (“CÓDEX LENINGRADENSIS, L”) catalogado com a sigla “Firkovich B 19”, é um dos mais antigos e completos manuscrito dos textos massorético da Bíblia Hebraica, escrita em pergaminho e datado de 1008 EC[6] de acordo com o colophon (book), é a cópia mais completa e antiga das Escrituras Hebraicas do mundo. Este manuscrito serve como texto básico para as modernas traduções da Bíblia, e encontra-se na Biblioteca Pública de São Petersburgo, Leningrado, Rússia.

O Códex de Leningrado, atualmente, é o mais importante texto Hebraico produzido na Rudolf Kittel’s Bíblia Hebraica (RKH, 1937), e na Bíblia Hebraica Stuttgartensia (BHS, 1977). Serve também como fonte para os eruditos trabalharem na recuperação de detalhes nas partes faltantes do Códex de Aleppo.

Códex de Gigas

 

O Códex de Gigas é considerado o maior manuscrito medieval existente no mundo.

Foi criado no início do século XIII, presumivelmente no mosteiro beneditino Podlažice na Boémia, atual República Checa, e ora preservado na Biblioteca Nacional da Suécia, em Estocolmo.

É também conhecido como a Bíblia do Diabo, devido a uma enorme figura do Diabo no seu interior e da lenda de sua criação.[vi]

Manuscrito do Mar Morto

Na verdade, os Documentos de Qumran, ou Manuscritos do Mar Morto, ou Rolos do Deserto de Judá, já que variados são os nomes para indicar a sensacional descoberta deste conjunto de documentos judaicos, fazem-nos dar o salto qualitativo e cronológico do século X d.C. para o século II a.C., da Idade Média para antes de Jesus Cristo. Na verdade, estes numerosos documentos manuscritos, mais de 800, e inumeráveis e complicados fragmentos, constituem verdadeira biblioteca. Por um lado, apresentam-nos documentos em hebraico, aramaico e grego; por outro lado, dada a importância e antiguidade dos manuscritos bíblicos, põem-nos diante do problema científico da fidelidade e veracidade do texto hebraico massorético, constituído bastante mais tarde; dão-nos ainda a conhecer o quadro ideológico judaico ao tempo do nascimento do Evangelho cristão, isto é, o ambiente vital em que o Cristianismo nasceu. Com os documentos de Qumran, portanto, é todo um labirinto de problemas a afetar o mundo das ciências bíblicas e das origens do Cristianismo, que veio trazer algumas perturbadoras perguntas sobre a figura de João Batista, cuja vida e pregação os Evangelhos cristãos situam no Deserto de Judá. Terá ele sido, afinal, um membro desta desaparecida comunidade, possivelmente essénica, que, ao fugir dos romanos aquando da primeira revolta judaica de 66-70, escondeu os seus preciosos manuscritos? O próprio Cristianismo é tocado pela questão do messianismo e pela hipotética identificação do “Mestre de Justiça” com Jesus Cristo. Os manuscritos incluem também livros apócrifos e livros de regras da própria seita. Atualmente estão guardados no Santuário do Livros do Museu de Israel, em Jerusalém.´

Texto Massorético

A designação “Texto Massorético” (lat. Textus Masoreticus; hebr. h‡rOwsGomah xGas…n, nussaḥ ham-māsôrâ, texto da massorá), é uma expressão criada e utilizada pelo mundo acadêmico. Tal denominação refere-se a um grupo de manuscritos hebraicos da Bíblia, datados desde os primeiros séculos da Idade Média, sendo que todos apresentam notáveis semelhanças entre si. Esses documentos possuem um padrão elevado de uniformidade textual devido ao trabalho consistente e meticuloso dos escribas judeus do período medieval, conhecidos como massoretas, que elaboraram um rígido sistema de preservação e de transmissão do texto da Bíblia Hebraica, sem corrupções e alterações significativas. Todas as edições impressas da Bíblia Hebraica, como também as traduções modernas, são baseadas no Texto Massorético. Sua estrutura consonantal remonta ao período do Segundo Templo (c. 520 a.C.-70 d.C.) e, desde 100, aproximadamente, todas as comunidades judaicas adotaram-no como a forma textual definitiva e oficial das Sagradas Escrituras hebraicas. O texto bíblico hebraico, tanto de judeus como de cristãos, baseia-se no Texto Massorético estabelecido desde muitos séculos pelos escribas judeus na época antiga e, mais tarde, pelos massoretas durante o período medieval. O Texto Massorético é composto pelos seguintes cinco componentes textuais estabelecidos pelos massoretas: A estrutura consonantal. Os elementos para textuais ou ortografias irregulares. A vocalização massorética. A acentuação massorética. As anotações massoréticas (a massorá).

 

 

4 – Quanto a estrutura da Bíblia

Para se compreender as escrituras sagradas e serem consideração fidedignas com os originais inspirados por Deus, ou seja, dignas de aceitação, faz-se necessário primeiro conhecer os princípios básicos que a fundamentou e que por vezes, está implícito em sua própria estrutura. A Bíblia sagrada é indubitavelmente a “Mãe” de todos os livros e suas áreas de pensamento, bem como: Filosofia, Sociologia, Astronomia, Espiritismo, Antropologia e Ciência em todas as suas cátedras.

Johannes Gutenberg nasceu em Mainz, na Alemanha, por volta de 1400, filho de uma família aristocrática ligada à indústria metalúrgica local. Viveu em Estrasburgo (na França atual) por um tempo, onde ele realizou experiências com tipos metálicos móveis, fabricados através de um molde. Em meados da década de 1450, ele aperfeiçoou um sistema de impressão com tipos móveis, que usou para criar o que se tornou o livro mais famoso do mundo, a tradução em Latim da Bíblia (Vulgata), geralmente conhecido como a Bíblia de Gutenberg. Os estudiosos têm pesquisado exaustivamente todos os aspectos do trabalho de Gutenberg: a tipologia elaborada, com seus 290 caracteres diferentes oriundos da escrita missal gótica, a forma pela qual ele dividiu o texto no processo de composição, e o papel que usou para a impressão. No entanto, certos pontos fundamentais sobre a Bíblia de Gutenberg são ainda desconhecidos ou permanecem como matérias de disputa. A data em que a impressão foi concluída baseia-se, unicamente, na anotação "1455" na encadernação do exemplar em papel que se encontra em Paris. Acredita-se que foram impressas 180 cópias da Bíblia, mas esta informação é baseada em uma única carta de Enea Silvio Piccolomini (o futuro Papa Pio II), o qual viu amostras do trabalho de Gutemberg em Frankfurt, em 1455. Originalmente, Gutenberg desejava imprimir os títulos dos livros da Bíblia em vermelho, mas abandonou esta ideia, usando, ao invés disso, uma tabela impressa em separado, que serviria como modelo para que essas linhas fossem inseridas manualmente. Dos 49 exemplares existentes, mais ou menos completos, da Bíblia de Gutenberg (12 em pergaminho, 37 em papel), esta cópia da Biblioteca Estatal da Baviera é uma, de apenas duas (juntamente com uma cópia na Biblioteca Nacional da Áustria), em que esta tabela é encontrada como um vestígio do processo de produção.

Logo que passou a ganhar notoriedade e ser difundida na idade média em Frankfurt, Hesse, centro de movimentação de comércio de longa distância e do capital mercantil, seus editores passaram a imprimir exemplares de capa preta.

Este novo padrão infundiu preceitos implícitos que nos leva a venturosas descobertas sobre o modus operandi de o grande geômetra se auto revelar no mundo a que fomos predestinados, o artífice da criação, Deus Pai, Deus Filho e Espirito Santo.

Capa preta: Homens e cidadãos são conduzidos por um equilíbrio harmônico. A formação do pensamento como virada de direção do olhar conduz a uma competência para o bem comum.  De acordo com essa interpretação, há no âmago da alegoria um estresse mental de alguém que sofre de um modo atípico. Trata-se de uma pessoa que retorna da luz diáfana após uma vida nas sombras e obscuridade no mal iluminado fundo da caverna das crenças pagãs. Custa-lhe a percepção da luz pois acostumou-se as sombras mortiças projetadas nas paredes dessa grota psicológica. Este atrai para si o medo de ser absolvido pelo esclarecimento da verdade.

Há três subdivisões nas Escrituras a que podemos chamar de dicotomia, não no sentido pleno da palavra. A primeira parte é composta como as outras duas a serem apresentadas de apenas uma folha.

Folha Branca: Assim sendo, vemos aí um dos dois maiores enigmas da humanidade. Esta representa o período antes do planeta terra como o conhecemos. Trata-se da imutabilidade, onisciência, onipresença e onipotência do Logos criativo de Deus.   

Folha Branca (2):

 

 



[1] Constante indecisão, dúvida, ceticismo

[2] Ferdinando Coelestinus Galiani, também conhecido como Abbé Galiani (1728-1787), escritor e economista italiano muito conhecido na Europa no século 18

 

 

[3] Em 1900 ele juntamente com seu assistente W. Ackermann, formulou os 23 problemas do número 10

[4] Na Teologia Cristã o conceito filosófico do Logos viria a ser adaptado no Evangelho de São João, o evangelista se refere a Jesus Cristo como o Logos, isto é, a Palavra: "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra é Deus" João 1:1 (εν αρχη ην ο λογος και ο λογος ην προς τον θεον και θεος ην ο λογος)

[5] Codinome, alcunha

[6] Era Comum



[i]  Nascido em 347, Antioquia 14 de setembro de 407, Comana Pôntica) foi um arcebispo de Constantinopla e um dos mais importantes patronos do cristianismo primitivo. Ele é conhecido por suas poderosas homilias e por sua habilidade oratória, por sua denúncia dos abusos cometidos por líderes políticos e eclesiásticos de sua época, por sua "Divina Liturgia" e por suas práticas ascetas. O epíteto Χρυσόστομος ("Chrysostomos", aportuguesado como "Crisóstomo") significa "da boca de ouro" em língua grega e lhe foi dado por conta de sua lendária eloquência. O título apareceu pela primeira vez na "Constituição" do papa Virgílio em 553 e ele é considerado por muitos o maior pregador cristão da história

 

[i] Nascido em Mogúncia, 1398 — 3 de fevereiro de 1468) foi um inventor e gráfico alemão. Sua invenção do tipo mecânico móvel para impressão começou a Revolução da Imprensa e é amplamente considerado o evento mais importante do período moderno.1 Teve um papel fundamental no desenvolvimento da Renascença, Reforma e na Revolução Científica e lançou as bases materiais para a moderna economia baseada no conhecimento e a disseminação da aprendizagem em massa.

 

 

[iii] Quando Alexandre tinha 13 anos, seu pai incumbiu um dos homens mais sábios da sua época, Aristóteles, de educá-lo. Alexandre aprendeu retórica, política, matemática, ciências físicas e naturais, medicina e geografia, ao mesmo tempo em que se interessava pela história grega e pela obra de autores como Eurípides e Píndaro. Também se distinguiu nas artes marciais e na doma de cavalos, de tal forma que em pouco tempo dominou Bucéfalo, que viria a ser seu inseparável cavalo.

Alexandre era admirador dos trabalhos de Homero, ele gostava tanto de Ilíada que adotou Aquiles como seu exemplo de vida.

Apesar do apelido dado por causa da grandeza de suas conquistas, Alexandre media apenas 1,52m.

Alexandre acreditava ser descendente de Aquiles que em sua época foi cultuado como um deus e um dos grandes personagens da batalha em Tróia. De acordo com a lenda, Aquiles foi atingido no calcanhar por uma flecha disparada pelo amante de Helena, Páris - também conhecido pelo nome de Alexandre.

Aos 16 anos, Alexandre já se encarregava das colônias quando o Rei Filipe estava de viagem. Nesta mesma época, fundou sua própria colônia, Alexandroupolis.

Na arte da guerra recebeu lições do pai, militar experiente e corajoso, que lhe transmitiu conhecimentos de estratégia e lhe atribuiu dotes de comando. Alexandre teve oportunidade de demonstrar seu valor aos 18 anos, quando, no comando de um esquadrão de cavalaria, venceu o batalhão sagrado de Tebas na batalha de Queroneia em 338 a. C. Alexandre destaca-se nesta batalha, comandando a cavalaria macedônia.

No ano de 337 a.C. Filipe II casou-se com uma jovem chamada Cleópatra, sobrinha de Átalo, importante nobre macedônio. Olímpia ficou assim preterida e se exilou no Épiro com seu filho Alexandre, pois este acabou entrando em conflito com seu pai. Apenas em 336 a.C. Alexandre se reconciliou com Filipe II e voltou à Macedônia.

Alexandre tinha uma irmã também chamada Cleópatra (356-308 a. C), filha de Olímpia e do rei Filipe.

A irmã de Alexandre casou-se com o meio irmão de Olímpia, Alexandre de Epiro. Durante as festividades, o pai da noiva, rei Felipe, foi assassinado por Pausânias em 336 a.C. O criminoso foi capturado e morto imediatamente. Há suspeitas que o mandante tenha sido o rei persa ou, quem sabe, por vingança da esposa Olímpia. Há a suspeita também de que Alexandre conhecia o plano para eliminar o pai.

A segunda esposa do pai de Alexandre foi forçada a cometer suicídio e seu filho com Filipe foi morto.

Depois do assassinato de seu pai, Alexandre, aos 20 anos, subiu ao trono da Macedônia e se dispôs a iniciar a expansão territorial do reino. Para tão árdua campanha contou com poderoso e organizado exército, dividido em infantaria, cuja principal arma era uma lança de 5,5 metros de comprimento, máquinas de guerra (como catapultas, aríetes, balistas) e a cavalaria, que constituía a base do ataque.

[iv] As escrituras do Thesaurus, que é dado ao homem por Deus estão contidas mensagem salvífica - é justamente disse, s. Agostinho diz: "fora daquela cidade, de onde estamos peregrinando, cartas chegaram até nós: eles mesmos são os únicos ... que exortam a viver bem" (o ungido Em Sl 90, s 2,1: PL 37, 1159) - sempre foi merecidamente mantida pela Igreja para o topo honrar e foi guardado com cuidado especial. Com efeito a partir de seus primórdios, ela nunca deixou de se certificar de que o povo cristão pode desfrutar ao máximo as oportunidades possíveis de receber a palavra, especialmente na sagrada Liturgia, na celebração dos quais "a importância da Sagrada Escritura é muito grande" (Conc. 2 Vat., Constituição. Sacros. Conc., n. 24). A Igreja, portanto, nas regiões do Oeste preferiu os outros, o que é geralmente chamado de Vulgata e que a maior parte de um s. Jerome, o excelente professor, dos perfumistas, "tantos séculos de uso na própria Igreja" (Conc de Trento, Sess 4;  .... O Enchiridion Bibl, N. 21). Há também uma preocupação para que o texto do documento, tão admiravelmente à natureza crítica de um parecer favorável da preparação para, e, de fato, pela publicação, que, de acordo com o ensino do nível mais elevado dos monges da Abadia de São Jerônimo, no City, ainda concinnatur, 11 Pio, nosso predecessor. Rec, criada para o efeito (Const Apost, Um dos principais, 15 Jun 1933:... AAS 26, 1934, pp 85 e ss.)...No entanto, em nossa própria 2 do Concílio Vaticano II, confirmando que a edição que as pessoas chamam a Vulgata (Const. Dei Verbum, n. 22), e, enquanto se esforça zelosamente para que a compreensão do Saltério na Liturgia das Horas pode ser facilitada, decidiu, de forma que o trabalho de revisão do iniciada com êxito ", foi levado a um fim o mais rápido possível, em relação ao estilo de Christian Latina, bem como toda a tradição da Igreja" (Concílio Ecumênico Vaticano II. Do sagrado. Conc., n. 91). Para todas estas coisas, Paulo VI, o nosso predecessor de feliz memória. cit., do movimento, como impor, antes do final do mesmo Conselho, ou seja, no dia 29 do mês de Novembro do ano de 1965, a Comissão Pontifícia era formar um especial, todos os quais seria universal, e para cumprir a ordem do sínodo é reconhecer os livros da Sagrada Escritura, de modo que a Igreja seria dotado com a edição em latim, em vez do desenvolvimento de Estudos Bíblicos, necessária e que servem mais da liturgia. Para a realização desta revisão, "a palavra da razão, respeito foi teve que o texto antigo da edição Vulgata foi, sempre que os textos originais são precisamente prestados, como são encontrados nas modernas edições críticas motivo para a expulsão de, estão relacionados; no entanto, o texto foi prudentemente melhorado, sempre que se afasta-los ou interpreta-los menos corretamente. Por esta razão Christian Latinidade bíblica foi usada para que uma avaliação apenas da tradição com as legítimas exigências da ciência crítica prevalecente nestes tempos, ser temperada pela "(cf. Alloc Paul, 6, 23 de dezembro de 1966:... AAS 59,1967, pp 53 e ss) .O texto nasceu fora deste-revisão que, na verdade, foi bastante exigente em certos livros do Antigo Testamento, a partir do qual é. Jerome não tocou, em volumes separados desde o ano de 1969 para o ano de 1977 nasceu, agora, no entanto, a publicação de "típico", que tinha pego em um livro, propõe-se. Esta edição Nova Vulgata também será capaz de ser deste tipo, a fim de ser submetido, traduções vernáculas, que são destinados a litúrgica e pastoral; ou, para usar as palavras de Paulo 6, o nosso predecessor, "para pensar que é um certo tipo de base sobre a qual estudos bíblicos ... pode descansar, especialmente onde as bibliotecas abertas para estudos especiais podem ser consultados, e quanto mais difícil a difusão de materiais de pesquisa adequados é mais perturbado" (cf. Al, 22 de dezembro de 1977;. cf.L'Osservatore Romano, 23 de dezembro 1977, p 1)..Tempos passados ​​a Igreja considerou que a antiga edição da Vulgata foi suficiente e foi abundantemente efetiva para compartilhar a palavra de Deus ao povo cristão: isso é tudo o melhor para ser capaz de realizar esta nova edição Vulgata. 
E assim se acabar a obra, ele foi capaz de ver que Paul 6 muito desejado, mas no final do absoluto, o fato de que John, Paul, uma boa vontade zeloso é perseguido, e que os livros do Pentateuco, da Pontifícia Comissão acima referida, são os Bispos na cidade, "Puebla" e que ele havia decidido enviar um presente a mim mesmo, que, juntamente com congressuris muito muitos lugares no mundo católico; que procuramos, temos o prazer de entregar já impresso impresso.Sendo esse o caso, esta Carta declaramos a edição Nova Vulgata do Santo, "típico" e nós promulgá-la a ser utilizado, sobretudo na liturgia sagrada, mas também outras coisas, como já dissemos, a adaptação de.Finalmente nós decreto que esta Constituição de nosso ser firme e sempre eficaz e ser por todos aqueles a quem diz respeito, a ordem religiosa é para ser observado, não obstante quaisquer obstáculos de qualquer natureza. Dado em Roma, junto de São Pedro, em 25 de abril, na festa do s. São Marcos, o Evangelista, no ano de 1979, primeiro do Nosso Pontificado. 

http://www.vatican.va/archive/bible/nova_vulgata/documents/nova-vulgata_jp-ii_apost_const_lt.html

 

[v] Últimas minuscules Novo Testamento grego: Gregory-Aland 2916, 2925 e 2926

Postado por Daniel B. Wallace em 26 de agosto de 2013 em Tradução da Bíblia, CSNTM, Prova criticsim.

No verão de 2012, uma equipe do Centro de Estudos de manuscritos do Novo Testamento (www.csntm.org) fotografou vários manuscritos do Novo Testamento gregas na Biblioteca Gennadius da Escola Americana de Estudos Clássicos em Atenas. Entre os manuscritos digitalizados foram dois novos membros Gregory-Aland: 2916 e 2925. Codex 2916 é décima terceira (ou possivelmente mais tarde) do século Evangelhos manuscrito em pergaminho, que compreende 270 folhas de texto. Seu número de prateleira é Gennadius Κυριαζις 20 ou 20 K.

Gennadius 266 foi agora dado o número de catálogo 2925. É Evangelhos do século XVI manuscrito escrito em papel, que compreende 99 folhas de texto. Até um par de semanas atrás, era a mais recente adição ao estoque de manuscritos minúsculos do INTF, mas um códice no Patriarcado Ortodoxo Grego de Jerusalém está agora numerado 2926. É também a partir do século XVI, escrito em papel, e compreendendo apenas 74 folhas.

Entre 2916 e 2925 oito outros minuscules foram catalogados. Eles estão alojados no Biliotheque nationale Paris, o Vaticano, e Biblioteca Nazionale Marciana Veneza, Herzog agosto Bibliothek em Wolfenbüttel, os mosteiros de Esphigmenou e Iviron sobre Mt. Athos, ea Biblioteca de el Escorial.

 

O número total de manuscritos catalogados grego do Novo Testamento agora está em 128 papiros, 322 majuscules, 2926 e 2462 minuscules lectionaries, elevando o total para 5.838 manuscritos.

CSNTM também "descobriu" mais dois manuscritos minúsculos, no verão de 2013.

 

[vi] Ha de saber que, Segundo a lenda, o escriba foi um monge que quebrou os votos monásticos e foi condenado a ser murado vivo. A fim de evitar esta severa sanção, ele prometeu a criação, em uma única noite, de um livro que glorificaria o mosteiro para sempre e que incluiria todo o conhecimento humano. Perto da meia-noite, ele teve a certeza que não conseguiria concluir esta tarefa sozinho e, por isso, fez uma oração especial, não dirigida a Deus, mas ao arcanjo banido, Lúcifer, o Satanás, pedindo-lhe que o ajudasse a terminar o livro em troca da sua alma. O monge vendeu, assim, a sua alma ao diabo. Assim o manuscrito do monge foi concluído e acrescentada uma imagem do diabo como agradecimento pela sua ajuda.
Apesar desta lenda, o códice não foi proibido pela inquisição e foi analisado por muitos estudiosos ao longo dos tempos.

Considerava-se por muito tempo que esta versão de condenação ao emparedamento do monge era verdadeira, devido à interpretação precipitada da palavra Inclusus, como sendo emparedamento. Na verdade foi reconsiderada esta tradução como sendo "recluso". Seria um monge que foi condenado, ou se condenou à reclusão no monsteiro para realizar o trabalho de uma vida. Se reforça essa versão pela "dedicatória" encontrada no final do livro: hermanus inclusus, ou "Herman, o recluso" ou "Herman, o enclausurado".